Segunda-feira, 31 de Julho de 2006

Stop destroying Lebanon

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um discurso de Abraracourcix às 14:18
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2006

A tradição ainda é o que era

   Em Madrid, pelo menos, isso parece ser verdade, apesar da aparência progressista. A legalização do casamento entre homossexuais parece demonstrar uma sociedade aberta, inclusiva, sem medo de avanços sociais potencialmente polémicos. No entanto, sob esta manta colorida, a mesma negra realidade do costume, em Espanha como em todos os outros países: a intolerância, a homofobia.
Veio hoje no meu jornal de sempre, o Público, uma notícia chocante o suficiente para me levar a escrever este post. Um espanhol e um holandês que frequentavam uma piscina pública em Madrid foram atacados, à pedrada e ao pontapé (sim, leram bem... não sei como é possível haver pedras numa piscina, mas isso deverá ser perguntado aos responsáveis pela segurança da dita), pelo simples facto de terem trocado um abraço e um beijo em público.
A notícia vem hoje em todos os jornais espanhóis, juntamente com declarações de membros de associações de defesa dos direitos LGBT (para quem não sabe: sigla para Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais) que asseguram que apesar de se sentir uma maior abertura social, este tipo de agressão continua a fazer parte do quotidiano.
São também divulgados resultados de sondagens que demonstram que boa parte dos espanhóis ainda acredita que a homossexualidade é uma doença, e até que é tratar depreciativamente os homossexuais...
Poderá ser chocante para quem não conhece um pouco desta realidade, mas é apenas demonstrativo dos muitos avanços que ainda há a fazer, e de quão lenta é a evolução neste campo social.
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Quando o telefone toca...

   ...poderá ser um observador da ONU a avisar o Exército israelita da sua localização exacta no sul do Líbano. Do outro lado, poderá obter a segurança de que nada lhe acontecerá. Com as bombas a continuar a cair, o observador poderá não se sentir totalmente tranquilo e repetir o telefonema. Quando o telefone toca, do outro lado poderá novamente obter garantias de segurança. Ao longo de várias horas de bombardeamento, o observador da ONU poderá por 10 vezes contactar o Exército atacante. Quando o telefone toca em Israel, por 10 vezes obterá a mesma resposta tranquilizadora.
Qualquer um, mesmo no meio das bombas, se sentiria pelo menos um pouco tranquilo. Talvez os quatro observadores da ONU se tenham sentido tranquilos. Talvez tenha sido esse o seu último pensamento.

A verdade é que isto aconteceu mesmo, fazendo lembrar os piores momentos da guerra no Iraque: Israel bombardeou a posição onde se encontravam quatro obsevadores da ONU e simultaneamente, em efeito borboleta, bombardeando todas as hipóteses de um cessar-fogo no conflito, pois enquanto isto acontececia, em Roma as várias partes envolvidas em conversações tomavam conhecimento de mais esta escalada e afastavam-se cada vez mais.
A guerra continuará. As bombas continuarão. As mortes, militares e civis, não pararão. Na capa do Público de hoje, a interrogação de um colunista se poderá estar a iniciar-se a Terceira Guerra Mundial. Tenho medo. Não quero ter medo. Mas tenho.
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: Quando o telefone pecca, GNR
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um discurso de Abraracourcix às 09:21
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2006

Rádio Universitária do Minho, mais uma alter-rádio ao vosso dispor

   Acabei de descobrir o link para a emissão online da Rádio Universitária do Minho: para os muitos que não conhecem, é como o nome indica a rádio "oficial" da Universidade do Minho (Braga), mas que passa essencialmente música e essencialmente de bom gosto: muita música alternativa e independente, com uns pós de electrónicas e afins.
Merece pelo menos um ouvido atento. O link está já na barra direita do blog, na secção del inks naturalmente.
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um discurso de Abraracourcix às 12:30
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2006

Exames nacionais: má nota para o Ministério da Educação

Sinceramente, ainda não consegui perceber exactamente o que se passou com os exames do 12º ano... Alguém me explica a razão para as excepções criadas para os alunos de Física e Química? Houve erros nos respectivos exames? Nesse caso, justifica-se plenamente a segunda oportunidade dada a esses alunos.
Ou tem a ver apenas com as notas muito mais baixas de quem fez o exame do novo programa? É que nesse caso o mesmo sucedeu com outros exames, ao que sei, e não foi dada qualquer benesse aos respectivos alunos - se for esse o caso, porquê Física e Química e não outros onde a descida de notas foi tão ou mais acentuada?
Alguma alma caridosa me explique, por favor... como se eu fosse muito burro...
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um discurso de Abraracourcix às 10:20
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Jogador punido com 3 jogos de suspensão após terminar carreira

Parece um título de um "fait divers" retirado de um jornal desportivo, ou do 24 Horas ou do Correio da Manhã, não parece? Mas não, é a pena aplicada a Zidane, após o bom jogo de cabeça demonstrado na final do Mundial... Se o ridículo matasse...
Parece que em lugar dos jogos de suspensão vai realizar trabalho comunitário nos programas da FIFA em prol das crianças: ao menos isso de positivo, já que Zidane ainda deve ser um ídolo da criançada...desde que não lhes peça para usar a cabeça!...
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um discurso de Abraracourcix às 10:16
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2006

Radar

   Sob indicação da minha querida alternativa maninha, ouvi hoje pela primeira vez online a Radar FM. É uma rádio de Lisboa que passa música eminentemente alternativa e independente, mas sempre de qualidade. Já a conhecia de algumas audições fugazes quando estava em Lisboa, mas desde que vim para o Porto que a deixei de ouvir. Soube agora que a dita rádio tem um link que permite ser ouvida pela internet. Foi só clicar... et voilà! Uma excelente alternativa à minha rádio de sempre, a Antena 3, que vos deixo na coluna à direita. Como diz uma amiga minha, "music, the greatest gift the mortals know... and all of heaven we have below". Aproveitem!
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...e bombas em Beirute

   Não tenho escrito nos últimos dias porque tenho estado demasiado chocado. Queria escrever um post acerca da "quase-guerra" ou "proto-guerra" entre Israel e o Líbano a frio, desassombrado; se o tivesse escrito antes sei que seria a quente, e algo do que tivesse escrito teria sido de alguma forma injusto.
Claro que não pretendo ser imparcial, porque não o sou, e dificilmente o serei em relação a qualquer coisa que os Israelitas façam: a mentalidade hebraica, a rispidez e egotismo que põem em todas as suas acções irrita um qualquer nervo dentro de mim que não me permite nunca aplaudir o que fazem. Posto isto, vamos aos factos.
O Hezbollah, movimento de base libanesa mas orquestrado ou pelo menos manipulado pela Síria e pelo Irão (países ou com interesses no Líbano, caso da Síria, ou que pretendem defender os direitos dos xiitas e ao mesmo tempo agredir o "Pequeno Satã", Israel, caso do Irão), raptou dois soldados israelitas, que pretende trocar por prisioneiros seus que Israel detém. Seria perfeitamente legítimo uma resposta israelita a este acto agressor. É perfeitamente legítimo que o exército israelita tenha decidido uma resposta musculada contra quem perpetrou o rapto, uma resposta que sirva de aviso futuro. Até aqui penso que estou a ser consensual.
O que me choca profundamente não é o ataque ao sul do Líbano, ou mesmo a alvos em bairros de Beirute que se sabe serem bastiões do Hezbollah. Estes ataques são para mim totalmente justificáveis: na mesma medida em que o Hezbollah cometeu um acto terrorista, é legítimo sofrer as consequências.
O que me choca profundamente é assistir (ou nem isso, porque são escassas ou nulas as imagens televisivas que nos chegam) à morte de civis, mesmo sabendo que dentro deste grupo se mascaram activistas islâmico; mas não são terroristas as crianças atingidas por bombardeamentos, nem os que se refugiavam na cave de um prédio também atingido.
O que me choca é ver Israel cometer crimes (crimes de guerra, segundo o que sei do direito internacional) hediondos, bombardear hospitais onde, por definição, todos são inocentes seja do que for, atacar o aeroporto, os portos, as estradas e pontes do Líbano. Estes são alvos inteiramente civis, e não há qualquer justificação possível para tais ataques.
É esta brutalidade que nunca toma em consideração o Outro que me tem incomodado no presente conflito, e o saber que Israel o faz porque sabe que passará totalmente impune, passará elogiado mesmo pela comunidade internacional.
Aparentemente, 60 anos não foram suficientes para esbater o complexo de culpa ocidental, nem são suficientes para fazer alguém gritar que atrocidades pretéritas não justificam atrocidades presentes por parte de quem as sofreu no passado...
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: This Mess We're In, PJ Harvey & Thom Yorke
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um discurso de Abraracourcix às 11:30
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Quinta-feira, 13 de Julho de 2006

Bombas em Bombaim...

Inicialmente pensei que o atentado ocorrido há dois dias, que vitimou pelo menos 160 pessoas, tinha sido mais uma obra da Al Qaeda: afinal, tinha a marca por si registada de simultaneidade de várias explosões orquestradas para ceifar o máximo de vidas possível. Afinal, parece que foram dois grupos extremistas autóctones da península indiana e sem ligações ao meta-terrorismo da Al Qaeda - ou seja, mais uma vez, os problemas de Caxemira e da forte minoria muçulmana na Índia a causar violência inter-confessional...
E eu que planeio uma viagem à Índia para Outubro...
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um discurso de Abraracourcix às 09:24
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Coincidências à moda russa

Foi anunciado há dias a morte de Chamil Bassaev, líder do movimento independentista-terrorista tchetcheno. Se nada há a apontar de mau ao acto em si (os jornais russos uniram-se numa rara unanimidade para aplaudir), não deixo de pensar na feliz "coincidência" de esta boa notícia para Putin ocorrer dias antes do importante, para ele, encontro dos líderes do G8 em S. Petersburgo, que servirá antes de mais para tentar legitimar Putin como líder de uma potência mundial, ao mesmo nível político dos restantes 7 países mais industrializados do mundo. Não consigo deixar de pensar que esta boa notícia possa não ser uma coincidência, mas antes fruto de um muito russo cinismo que propositadamente terá feito coincidir esta acção com o encontro do G8...
Eu não acredito em teorias da conspiração... mas é como as bruxas, "pero que las hay, las hay"...
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um discurso de Abraracourcix às 09:17
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Terça-feira, 11 de Julho de 2006

Mundial spaghetti

No rescaldo do Campeonato do Mundo, impõe-se a reflexão... Nada mais adequado a um Mundial de futebol defensivo que consagrar como campeã a Itália!... Foi, glosando o termo "western spaghetti", que pretendia satirizar os westerns de Sergio Leone como derivados de 2ª classe dos "verdadeiros" westerns (leia-se, os americanos... é claro que os filmes de Sergio Leone são tão os mais clássicos que os "originais"), foi dizia eu um verdadeiro "Mundial Spaghetti"... jogos desinteressantes, cerebrais, de hiper-contenção, decididos por pequenos pormenores... É caso para dizer, quo vadis futebol?
Espero que a minha teoria se concretize: a de que existem "ondas" de futebol mais e menos espectacular que se vão alternando, consoante uma determinada equipa ou equipas marcam de alguma forma uma competição. Assim, ao Itália 90 que teve a menor média de golos de sempre em mundiais, sucedeu-se uma fase de futebol mais ofensivo, que culminou no França 98, para mim o mundial mais espectacular de sempre, e com uma excelente média de golos. Com a vitória da Grécia no Euro 2004, foi consagrado o futebol hiper-defensivo, que agora no Alemanha 2006 atingiu (espero) o zénite. Esperemos então que os próximos anos sejam de virar de maré e que possamos nas próximas grandes competições ver jogos mais atraentes...

PS - Adieu Zidane :)) a nossa "besta negra" acabou a carreira como... uma besta
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: Man eater, Nelly Furtado
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um discurso de Abraracourcix às 11:22
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Um elefante numa loja de porcelana

Prossegue a ofensiva do exército israelita na Faixa de Gaza... E não consigo deixar de imaginar a imagem do título do post: a de um gordo e bruto paquiderme a entrar por uma minúscula loja atulhada de porcelanas por tudo o que é lado.
Se compreendo a necessidade de uma reacção de força ao rapto do soldado israelita, não é menos verdade que à boa moda israelita essa reacção foi totalmente desproporcionada. Não penso que nada de bom possa advir da ofensiva em curso. Não só dificilmente levará à libertação do soldado (que não penso aliás que seja um dos objectivos dos militares...) como se arrisca a unir os palestinianos, o que no caso significa - reduzindo a margem de manobra do Hamas mas também de Abbas e de qualquer tipo de oposição, aproximando-os portanto -  aumentar a esperança de vida do pária governo do Hamas...
Hélas, nada de novo no mais conturbado cantinho do Médio Oriente...
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um discurso de Abraracourcix às 11:15
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Massive Attack no Coliseu do Porto

Ontem de manhã, ao abrir o jornal, fui apanhado de surpresa: os Massive Attack iam tocar no Porto!! E eu que andava desgostoso por não ter podido ir vê-los no Hype @ Tejo... Uma corridinha à fnac na hora de almoço... et voilà! Bilhete na mão, às 21h rumei ao Coliseu...
O concerto não desiludiu: de um concerto que promove um "best of", espera-se que seja exactamente isso... De qualquer maneira serviu para matar saudades de algumas canções, e é sempre bom ouvi-las ao vivo, com roupagens um pouco diferentes, com interacção entre os membros da banda, os convidados, o público...
É verdade que o som esteve ao nível do que o Coliseu já nos habituou, ou seja, péssimo. Quase náo se percebiam as palavras do(s) vocalista(s)...o que só não foi mais importante porque as canções eram quase todas muito conhecidas, algumas cantadas em coro pelo público. E verdade seja dita que as letras dos Massive Attack não são o mais importante para sentir a música. Mas acabou por ser um bom concerto. Com interacção com o público q.b., desvarios sónicos, guitarradas & tal, e a dose habitual de "agit prop" (palavras de ordem anti-guerra e a favor do Campeonato do Mundo e da Itália campeã do mundo!! foi engraçado ver toda a gente em delírio quando a banda terminou o concerto com os écrans a projectarem as cores da bandeira italiana...)
Uma palavra final para a habitual costela activista dos Massive Attack. Um momento que até arrepiou foi quando, ao tocar "Safe From Harm", se podia ler nos écrans por trás do palco estatísticas relativas à guerra no Iraque, enquanto a vocalista cantava "And if you hurt what's mine... I'll sure as hell retaliate..." não é preciso dizer mais.
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: Safe from Harm, Massive Attack
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um discurso de Abraracourcix às 11:01
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Neste blog é permitido fumar





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Os melhores javalis


O chefe viu:
   "Nightwatchers", Peter Greenaway

  

 

   "The Happening", M. Night Shyamalan

  

 

   "Blade Runner" (final cut), Ridley Scott

  


O chefe está a ler:
   "Entre os Dois Palácios", Naguib Mahfouz

O chefe tem ouvido:
   Clap Your Hands Say Yeah, Some Loud Thunder

   Radiohead, In Rainbows
 

por toutatis! que o céu não nos caia em cima da cabeça...

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