Quinta-feira, 27 de Julho de 2006

Quando o telefone toca...

   ...poderá ser um observador da ONU a avisar o Exército israelita da sua localização exacta no sul do Líbano. Do outro lado, poderá obter a segurança de que nada lhe acontecerá. Com as bombas a continuar a cair, o observador poderá não se sentir totalmente tranquilo e repetir o telefonema. Quando o telefone toca, do outro lado poderá novamente obter garantias de segurança. Ao longo de várias horas de bombardeamento, o observador da ONU poderá por 10 vezes contactar o Exército atacante. Quando o telefone toca em Israel, por 10 vezes obterá a mesma resposta tranquilizadora.
Qualquer um, mesmo no meio das bombas, se sentiria pelo menos um pouco tranquilo. Talvez os quatro observadores da ONU se tenham sentido tranquilos. Talvez tenha sido esse o seu último pensamento.

A verdade é que isto aconteceu mesmo, fazendo lembrar os piores momentos da guerra no Iraque: Israel bombardeou a posição onde se encontravam quatro obsevadores da ONU e simultaneamente, em efeito borboleta, bombardeando todas as hipóteses de um cessar-fogo no conflito, pois enquanto isto acontececia, em Roma as várias partes envolvidas em conversações tomavam conhecimento de mais esta escalada e afastavam-se cada vez mais.
A guerra continuará. As bombas continuarão. As mortes, militares e civis, não pararão. Na capa do Público de hoje, a interrogação de um colunista se poderá estar a iniciar-se a Terceira Guerra Mundial. Tenho medo. Não quero ter medo. Mas tenho.
:
: Quando o telefone pecca, GNR
Abraracourcix o chefe falou sobre: ,
um discurso de Abraracourcix às 09:21
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