Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007

Cartoon da semana: Bush, o cabeleireiro

O cabeleireiro Bush apara as pontas do cabelo de Kim Jong Il... com Ahmadinejad a espreitar sorrateiramente... Poderia haver melhor resumo para a semana que passou?




Via Cagle cartoons, um desenho de Petar Pismetrovic para o jornal Kleine Zeitung da Áustria.
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007

Xeque - Irão virtual vencedor do xadrez nuclear

Há poucas semanas Jacques Chirac cometeu a enorme gaffe de dizer o que pensava (o que sempre resulta suicidário em política) ao afirmar em entrevistas, pensando estar off the record, que não haveria grande mal de o Irão possuir "uma ou duas" bombas atómicas (declarações debalde desmentidas pela diplomacia francesa; o mal já estava feito).
Agora foi a vez do responsável pela política externa da União Europeia, Javier Solana, admitir num relatório confidencial distribuído aos líderes diplomáticos dos países-membros que foi divulgado pelo Guardian que "será muito difícil impedir o Irão de aceder, mais cedo ou mais tarde, à arma atómica".
Histéricas, as diplomacias europeias apressaram-se a disfarçar o incómodo mas, uma vez, mais, o mal está feito. Constitui também um autêntico tiro no pé e uma estratégia suicidária numa altura em que os Estados Unidos tentam pressionar a UE a aumentar as sanções económicas contra o Irão. É claro que, com declarações destas, não há sanções que resultem. Esta parece ser, muito pragmaticamente, a conclusão de Solana - já que a reconheça é, neste complexo xadrez nuclear que se joga entre Teerão e as capitais do Ocidente, um autêntico xeque a si próprio.
Ahmadinejad pode pois dormir sossegado, pois o seu plano de reforço (a nível externo mas com assunções destas de inferioridade também a nível interno a sua imagem sai reforçada), em todas as esferas - política, económica, diplomática,  - do prestígio e poder iranianos está a resultar na perfeição.
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um discurso de Abraracourcix às 09:28
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Terça-feira, 10 de Outubro de 2006

Cartoon da semana (bis)

Como vou entrar de férias e não vai haver esta rubrica nas próximas semanas, aqui vai mais um... Este foi gentilmente surripiado ao Devaneios Desintéricos, está tão delicioso que não resisti:

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Ondas de choque nuclear

Na primeira vaga da onda de choque perante a confirmada "nuclearização" da Coreia do Norte, eis dois artigos do Público de hoje (continuam a não disponibilizar livremente a totalidade dos conteúdos, pelo que continuarei a não linkar) e que se debruçam sobre a reacção político-diplomática da China - os dilemas que Pequim enfrenta, e como do seu ponto de vista uma Coreia do Norte nuclear talvez não seja tão má assim.. - e sobre os Estados Unidos - como Washington está neste momento de mãos completamente atadas.

Sobre a China:

"China, o Estado "mais embaraçado" do mundo

"Nenhum outro país deve estar hoje mais embaraçado e inquieto do que a China." Ralph Cossa, do Fórum Pacífico CSIS, de Honolulu, resumiu assim à AFP os efeitos do ensaio norte-coreano para Pequim, principal aliado de Pyongyang e o país que mais tem pressionado para uma abordagem branda da crise nuclear. A China tem investido muita diplomacia neste dossier; agora prepara-se para assistir ao seu fracasso.
Não admira, por isso, que as reacções de Pequim tenham sido particularmente duras para os padrões chineses, condenando pela primeira vez o programa nuclear do regime de Kim Jong-il e o seu acto "descarado". "A China exprime a sua firme oposição" ao ensaio, declarou um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros citado pela AP. Pyongayng "desafiou a oposição universal da comunidade internacional".
A agência AFP salientava ontem uma opinião praticamente unânime entre os especialistas: o regime de Kim Jong-il nunca teria ido tão longe no seu desafio à comunidade internacional, se não fosse a sua aliança com a China, encarada como uma garantia de protecção.
Pequim tem cartas importantes a jogar: garante quase metade da ajuda financeira recebida pela Coreia do Norte (que no ano passado recebeu 92 por cento do total de auxílio alimentar chinês). O factor não é minimizável, num dos países mais pobres do mundo, que ciclicamente atravessa períodos de fome severa. Esta seria talvez a única arma eficaz, dizem os analistas, para fazer o regime de Kim baixar a escalada.
Mas dificilmente o descontentamento de Pequim se traduzirá em apoio a operações bélicas. "A possibilidade de uma acção militar contra a Coreia do Norte é mínima", afirma Li Dunqiu, do State Council Development Research Center. A oposição chinesa terá mesmo impedido que a ameaça constasse do comunicado do Conselho de Segurança da ONU que se seguiu aos disparos de mísseis, em Julho.
A AFP avançava ontem com algumas explicações para a resistência chinesa a sanções militares. Aliado do Norte na Guerra da Coreia (1950-53, em que o Sul recebeu o apoio dos EUA), a China não pretende ver o regime desmoronar-se. Isso faria, além do mais, com que um fluxo de norte-coreanos muito difícil de conter atravessasse a fronteira com o país vizinho - um factor de desestabilização que Pequim pretende evitar. "Tenho a certeza que mesmo que a China esteja muito furiosa com a Coreia do Norte, não a vejo a cortar os canais de ajuda financeira, alimentar ou energética", comentou Brian Bridges, da Universidade Lingnan, em Hong Kong.
Novas negociações improváveis
O regime de Pequim tem apostado no dossier coreano uma grande parte das suas energias diplomáticas, pretendendo, entre outros factores, um papel de maior relevo na cena internacional, à altura do seu crescente poderio económico. Desde 2003, quando começaram as rondas a seis (duas Coreias, China, EUA, Rússia e Japão) arquitectadas por Pequim, que os esforços se concentram sobretudo na tentativa de levar ou manter o regime norte-coreano à mesa das conversações. Um cenário que agora parece demasiado distante para permitir optimismos.
Por isso, o teste está a ser visto como um duro golpe na diplomacia de Pequim. No entanto, o Asia Times Online apresentava ontem uma perspectiva diferente: "A emergência da Coreia do Norte como potência nuclear [...] tem sido vista pela China como um mal que pode ser contido e até ser útil no contrapeso à presença militar dos EUA na região."
O mesmo artigo questionava ainda a verdadeira influência que Pequim pode exercer sobre o regime estalinista. E cita um académico chinês, Shen Dingli, da Universidade Fudan de Xangai: "[Pyongyang] não vai abdicar da sua garantia de independência em segurança nacional, ganha através de testes nucleares, só por causa das preocupações chinesas e da possibilidade de a China pressionar."
(Fernando Gorjão Henriques)


Sobre os Estados Unidos:

"E agora, quais são as opções dos EUA?

"Foi o próprio negociador norte-americano do dossier nuclear, Christopher Hill, quem afirmou: "Os Estados Unidos não vão viver com uma Coreia do Norte nuclear. Não o iremos aceitar."A questão agora é: como o impedir?
O país de Kim Jong-il foi incluído no "eixo do mal" em 2001, mas Washington pouco ou nada conseguiu para o aproximar da comunidade internacional e afastar o espectro de um regime obscuro dotado de arsenal atómico.
Este é mais um revés na diplomacia de Washington, a juntar-se à situação do Iraque pós-Saddam e à incapacidade de conseguir do Irão a suspensão do seu programa nuclear.
Não foram traçados planos de transição democrática para a Coreia do Norte, como aconteceu para o Irão e Cuba. E também não se espera uma intervenção militar, esgotados que estão os recursos norte-americanos no Iraque e Afeganistão; para além disso, um ataque poderia desencadear uma resposta imprevisível do regime, que agora entrou para o clube das potências nucleares.
A Administração americana tem mantido ao longo dos quatro anos de crise uma posição quase inflexível face a Pyongyang. À exigência norte-coreana de negociações bilaterais os EUA têm respondido com um constante "não", apontando o caminho para as rondas a seis.
Há quem defenda que Washington deveria ter cedido mais para não atiçar tanto Kim Jong-il. Ivo Daalder, investigador da Brookings Institution, escreveu um artigo em Julho (depois dos disparos de mísseis norte-coreanos) a realçar que a política norte-americana para a Coreia do Norte tem assentado em dois pressupostos: primeiro, não se deve negociar com actores mal- intencionados como Kim Jong-il; "não se pode confiar neles e todos os compromissos que fazem não valem o papel em que são escritos". Tentativas de negociação serão vistas como fraquezas. O segundo é que a Coreia do Norte está num estado tão desesperado que com um pouco mais de isolamento o regime entrará em colapso. "Ambos estão igualmente errados", escreve Daalder. No final, conclui: "Sim, a política de Bush para a Coreia do Norte é um fiasco. Mas não contem com uma alteração em breve."
O cenário adensou-se ontem. Perante a realidade de um ensaio, Washington terá de intensificar as suas pressões sobre a China e os outros países da região para conter Pyongyang, ou mesmo contribuir para uma mudança do regime norte-coreano, salientavam ontem analistas ouvidos pela AFP.
"Os EUA têm duas opções: aceitar uma Coreia do Norte nuclear, ou fazê-la mudar de regime", afirmou Ralph Cossa, do Centro de Estudos Estratégicos Internacionais de Honolulu. Esta última opção não terá de passar necessariamente por uma intervenção militar, diz. As sanções políticas e económicas poderão ser suficientes.
Mas para isso teria de contar com a ajuda de Pequim, o que poderá ser uma missão quase impossível (ver texto nestas páginas). "Isolar ou não o Norte é uma questão que apenas Seul e Pequim podem decidir, não Washington", adiantou Daalder. "[Os EUA] ficaram sem sanções."
O ano passado, Washington impôs sanções financeiras a Pyongyang e tomou medidas contra os bancos que, em Macau, branqueavam dólares falsos produzidos na Coreia do Norte. Um gesto que teve como resposta do regime de Kim o afastamento da mesa das negociações.
Segundo analistas ouvidos pela AFP, nova restrições poderiam incluir a intercepção obrigatória de barcos e aviões suspeitos de transportar armas de destruição maciça.
Joseph Cirincione, do Center for American Progress, duvida da eficácia destas medidas: "As sanções não serão suficientes para obrigar a Coreia do Norte." "Não os podemos obrigar a renunciar [às armas nucleares]. A história demonstra-o. Nenhum país alguma vez renunciou a um programa nuclear ou às armas nucleares pela força, mas muitos fizeram-no por serem convencidos a fazê-lo."
(Fernando Gorjão Henriques)
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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2006

Coreia do Norte, membro nº 9 do clube nuclear

Já está confirmado, a Coreia do Norte é oficialmente um país nuclear. "Provocação". "Altamente provocatório". "Acto de grande gravidade para a comunidade internacional". "Imperdoável".
Estas e outras foram as qualificações dadas pelos principais actores internacionais, provando a exasperação e o sentimento de inutiidade quer da via negocial, quer da via das sanções.
Estará a chave, como intui a BBC News, com a China, virtualmente único fornecedor de alimentos e petróleo de um país que para além de armamento não possui nada de nada? E accionará a China a "alavanca" que interromperá os fluxos de alimentos e petróleo? Também a táctica chinesa de aconselhar moderação falhou... Será que essa "alavanca" servirá então de algo? Estará a China disposta a arriscar incalculáveis fluxos migratórios, ou a desintegração da Coreia do Norte e sua absorção pelo Sul? E será mera coincidência o anúncio do teste nuclear precisamente quando se sabe que o sucessor de Kofi Annan será coreano?
Tantas interrogações, tanto silêncio e perplexidade em lugar de respostas quanto ao que o futuro imediato trará...
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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2006

Hipocrisia nuclear

Isto assusta-me e frustra-me: o Egipto vai reiniciar o seu programa de energia nuclear, abandonado após o acidente em Tchernobyl. O Presidente Mubarak assegura que o programa tem fins inteiramente pacíficos, e que é "uma questão urgente" com vista a resolver o problema energético do país. O Público, ontem, adiantava que estão projectadas três centrais nucleares, a primeira das quais prevista para começar a funcionar dentro de dez anos, na zona de Alexandria, com uma produção energética maior que a barragem de Aswan. Prevê-se um um investimento total de 1170 milhões de euros, através de uma parceria com a Rússia ou a China.
Perante a já anunciada anuência da diplomacia americana ("os Estados Unidos encorajam a utilização pacífica com fins civis do nuclear", afirmou Francis Ricciardone, embaixador americano no Cairo, dando-me uma sarcasticamente tremenda vontade de rir), eu pergunto: entre o Egipto e o Irão, qual é a diferença?
Ambos os países clamam tratar-se de um programa nuclear com fins exclusivamente pacíficos; ambos pretendem colmatar o que dizem ser prementes necessidades energéticas (o Egipto exporta petróleo bruto, embora sem grandes reservas, esclarece o Público, tendo no entanto vindo a  descobrir importantes reservas de gás natural; o Irão tem importantes reservas de petróleo e de gás natural); ambos têm boas relações com a Rússia e a China e contam com o seu apoio diplomático e económico.
Qual é a diferença então? O regime político nos dois países? Mubarak, um déspota que é eleito com maiorias soviéticas há mais de 20 anos e se recusa a levantar o estado de emergência no país, em vigor desde o assassinato de Sadat, um país onde a mão militar é pesadíssima e visível por todo o lado e a liberdade de expressão uma miragem, este regime apresenta mais garantias que o de Ahmadinejad? Só porque Mubarak  não diz as mesmas barbaridades que o presidente iraniano (já governa há tempo suficiente para ter aprendido...)? Talvez assim seja, mas não me parece que seja suficientemente tranquilizador.
A diferença será, então, o facto de o Egipto ter um acordo de paz e relações diplomáticas com Israel? Esta, sim, parece-me que é a diferença que explica a abissal diferença de atitudes, e uma subjugação rasteira a um dos mais pequenos países do mundo, e o que mais desproporcional influência tem: quem está de bem com Israel, pode desenvolver um programa nuclear, mesmo que seja uma ditadura militar; quem não está, não pode.
É de uma hipocrisia gritante. E já não falo do assobiar para o lado em relação ao programa nuclear claramente bélico do Paquistão, que não tem, que eu saiba, relações com Israel e não é, que eu saiba, uma democracia - e que tem como único fim fazer face ao igualmente agressivo programa nuclear indiano...
Partilho das preocupações quanto ao carácter pacífico do programa iraniano, mas eu sempre achei que quem tem telhados de vidro não atira pedras. Pessoalmente, sou radicalmente contra o nuclear, e acho que todos os países, sem excepção, deviam destruir todas as armas nucleares, sem excepção. Mas isto sou eu, que sou lírico e acredito em utopias, e vivo num pequeno país da Europa Ocidental de brandos hábitos.
Em relação a um programa que, mesmo sendo mentira que se destina unicamente a suprir necessidades energéticas (que é o mais provável - a Índia e o Paquistão seguiram a mesma linha de actuação, até poderem apresentar o seu armamento nuclear como fait accompli), não reconheço no entanto nenhuma autoridade moral aos Estados Unidos, à França, ao Reino Unido (a Alemanha passa...), a Israel, para condenarem aquilo que eles próprios prosseguem.
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Segunda-feira, 28 de Agosto de 2006

Irão, ainda (e cada vez mais) o país de que se fala

Extractos do editorial do Público de hoje (como sempre que não é da autoria de JMF, merece ser lido):

"Quando deflagrou a guerra no Iraque, em Março de 2003, a opinião pública mundial estava já farta de ouvir argumentos "definitivos": o mundo corria perigo, o Iraque podia ter armas de destruição maciça (químicas, atómicas, o que fosse), era preciso marchar para o Iraque. Marchou-se. Depois da palavra, muitas vezes falsa, provocar mais ruído que as próprias armas. Um professor jordano, Adnan Hayajneh, entrevistado então (...) profetizava: «OS EUA podem ganhar a guerra. Mas não vão ganhar a paz. O Iraque não será o fim de um processo. É o princípio.» Restava saber de quê. E a que preço. Agora, passados três anos, parte do preço está à vista. E é elevado. Também está à vista o princípio de que falava Hayajneh: era o princípio de uma ofensiva global do radicalismo islâmico (...)
Na altura, com as baterias viradas para o Iraque, o Irão foi minimizado. Melhor para ele: (...) desta vez, o Irão (...) tem mais trunfos do que tinha há três anos. Conta com o belicismo israelita, mesclado ao seu eterno pavor de nação sitiada (...) Anteontem, inaugurou o projecto de um reactor de água pesada (...) em Israel, embora o reactor só deva estar concluído em 2009, já uma voz se levantou (...) afirmando que Israel se deve "preparar militarmente" para enfrentar Teerão. Para Ahmadinejad, tais palavras soam como uma suave melodia. Enquanto ele vai dizendo ao mundo "têm de aceitar a realidade de um Irão poderoso, amante da paz e desenvolvido", prepara-se já para o enfrentamento militar que o futuro eventualmente lhe reserva.
Dia 31 termina o prazo dado pelas Nações Unidas ao Irão para refrear a sua estratégia nuclear. Teerão, com o anúncio de ontem, ensaiou uma resposta. Agora, tremerão as diplomacias. Depois, se a insanidade se instalar de novo, ouvir-se-ão as armas. Até onde iremos, desta vez?"
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