Terça-feira, 9 de Janeiro de 2007

O mundo segundo Bush

Os leitores mais atentos, regulares e de boa memória que já vinham ao Altermundo na altura talvez se lembrem (ok... é uma só uma forma de falar... todas as condições por junto, é um milagre se uma pessoa sequer se lembrar) de um cartoon que aqui deixei em Agosto, onde se desenhava o mundo segundo Bush, e onde recordava um outro saudoso cartoon do "Mundo segundo Bush", de ainda antes do 11 de Setembro, do cartoonista Luís, que nunca tinha conseguido encontrar.
Pois bem, meia hora de volta do Google e consegui... eis, para mim, a obra-prima dos cartoons que satirizam Bush (para ver no tamanho original - maior - clicar com o botão direito do rato e escolher "ver imagem", para depois poder fazer zoom). Excluindo a referência datada a Saddam, está perfeitamente actual...

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2006

Cartoon da semana

Este já está um pouco desactualizado, mas está tão bom que não resisto:

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um discurso de Abraracourcix às 10:40
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Terça-feira, 10 de Outubro de 2006

Cartoon da semana

No Infoalternativacartoon, a propósito do absurdo plano de Bush para a construção de um muro de separação na fronteira entre os Estados Unidos e o México:

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um discurso de Abraracourcix às 15:00
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Ondas de choque nuclear

Na primeira vaga da onda de choque perante a confirmada "nuclearização" da Coreia do Norte, eis dois artigos do Público de hoje (continuam a não disponibilizar livremente a totalidade dos conteúdos, pelo que continuarei a não linkar) e que se debruçam sobre a reacção político-diplomática da China - os dilemas que Pequim enfrenta, e como do seu ponto de vista uma Coreia do Norte nuclear talvez não seja tão má assim.. - e sobre os Estados Unidos - como Washington está neste momento de mãos completamente atadas.

Sobre a China:

"China, o Estado "mais embaraçado" do mundo

"Nenhum outro país deve estar hoje mais embaraçado e inquieto do que a China." Ralph Cossa, do Fórum Pacífico CSIS, de Honolulu, resumiu assim à AFP os efeitos do ensaio norte-coreano para Pequim, principal aliado de Pyongyang e o país que mais tem pressionado para uma abordagem branda da crise nuclear. A China tem investido muita diplomacia neste dossier; agora prepara-se para assistir ao seu fracasso.
Não admira, por isso, que as reacções de Pequim tenham sido particularmente duras para os padrões chineses, condenando pela primeira vez o programa nuclear do regime de Kim Jong-il e o seu acto "descarado". "A China exprime a sua firme oposição" ao ensaio, declarou um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros citado pela AP. Pyongayng "desafiou a oposição universal da comunidade internacional".
A agência AFP salientava ontem uma opinião praticamente unânime entre os especialistas: o regime de Kim Jong-il nunca teria ido tão longe no seu desafio à comunidade internacional, se não fosse a sua aliança com a China, encarada como uma garantia de protecção.
Pequim tem cartas importantes a jogar: garante quase metade da ajuda financeira recebida pela Coreia do Norte (que no ano passado recebeu 92 por cento do total de auxílio alimentar chinês). O factor não é minimizável, num dos países mais pobres do mundo, que ciclicamente atravessa períodos de fome severa. Esta seria talvez a única arma eficaz, dizem os analistas, para fazer o regime de Kim baixar a escalada.
Mas dificilmente o descontentamento de Pequim se traduzirá em apoio a operações bélicas. "A possibilidade de uma acção militar contra a Coreia do Norte é mínima", afirma Li Dunqiu, do State Council Development Research Center. A oposição chinesa terá mesmo impedido que a ameaça constasse do comunicado do Conselho de Segurança da ONU que se seguiu aos disparos de mísseis, em Julho.
A AFP avançava ontem com algumas explicações para a resistência chinesa a sanções militares. Aliado do Norte na Guerra da Coreia (1950-53, em que o Sul recebeu o apoio dos EUA), a China não pretende ver o regime desmoronar-se. Isso faria, além do mais, com que um fluxo de norte-coreanos muito difícil de conter atravessasse a fronteira com o país vizinho - um factor de desestabilização que Pequim pretende evitar. "Tenho a certeza que mesmo que a China esteja muito furiosa com a Coreia do Norte, não a vejo a cortar os canais de ajuda financeira, alimentar ou energética", comentou Brian Bridges, da Universidade Lingnan, em Hong Kong.
Novas negociações improváveis
O regime de Pequim tem apostado no dossier coreano uma grande parte das suas energias diplomáticas, pretendendo, entre outros factores, um papel de maior relevo na cena internacional, à altura do seu crescente poderio económico. Desde 2003, quando começaram as rondas a seis (duas Coreias, China, EUA, Rússia e Japão) arquitectadas por Pequim, que os esforços se concentram sobretudo na tentativa de levar ou manter o regime norte-coreano à mesa das conversações. Um cenário que agora parece demasiado distante para permitir optimismos.
Por isso, o teste está a ser visto como um duro golpe na diplomacia de Pequim. No entanto, o Asia Times Online apresentava ontem uma perspectiva diferente: "A emergência da Coreia do Norte como potência nuclear [...] tem sido vista pela China como um mal que pode ser contido e até ser útil no contrapeso à presença militar dos EUA na região."
O mesmo artigo questionava ainda a verdadeira influência que Pequim pode exercer sobre o regime estalinista. E cita um académico chinês, Shen Dingli, da Universidade Fudan de Xangai: "[Pyongyang] não vai abdicar da sua garantia de independência em segurança nacional, ganha através de testes nucleares, só por causa das preocupações chinesas e da possibilidade de a China pressionar."
(Fernando Gorjão Henriques)


Sobre os Estados Unidos:

"E agora, quais são as opções dos EUA?

"Foi o próprio negociador norte-americano do dossier nuclear, Christopher Hill, quem afirmou: "Os Estados Unidos não vão viver com uma Coreia do Norte nuclear. Não o iremos aceitar."A questão agora é: como o impedir?
O país de Kim Jong-il foi incluído no "eixo do mal" em 2001, mas Washington pouco ou nada conseguiu para o aproximar da comunidade internacional e afastar o espectro de um regime obscuro dotado de arsenal atómico.
Este é mais um revés na diplomacia de Washington, a juntar-se à situação do Iraque pós-Saddam e à incapacidade de conseguir do Irão a suspensão do seu programa nuclear.
Não foram traçados planos de transição democrática para a Coreia do Norte, como aconteceu para o Irão e Cuba. E também não se espera uma intervenção militar, esgotados que estão os recursos norte-americanos no Iraque e Afeganistão; para além disso, um ataque poderia desencadear uma resposta imprevisível do regime, que agora entrou para o clube das potências nucleares.
A Administração americana tem mantido ao longo dos quatro anos de crise uma posição quase inflexível face a Pyongyang. À exigência norte-coreana de negociações bilaterais os EUA têm respondido com um constante "não", apontando o caminho para as rondas a seis.
Há quem defenda que Washington deveria ter cedido mais para não atiçar tanto Kim Jong-il. Ivo Daalder, investigador da Brookings Institution, escreveu um artigo em Julho (depois dos disparos de mísseis norte-coreanos) a realçar que a política norte-americana para a Coreia do Norte tem assentado em dois pressupostos: primeiro, não se deve negociar com actores mal- intencionados como Kim Jong-il; "não se pode confiar neles e todos os compromissos que fazem não valem o papel em que são escritos". Tentativas de negociação serão vistas como fraquezas. O segundo é que a Coreia do Norte está num estado tão desesperado que com um pouco mais de isolamento o regime entrará em colapso. "Ambos estão igualmente errados", escreve Daalder. No final, conclui: "Sim, a política de Bush para a Coreia do Norte é um fiasco. Mas não contem com uma alteração em breve."
O cenário adensou-se ontem. Perante a realidade de um ensaio, Washington terá de intensificar as suas pressões sobre a China e os outros países da região para conter Pyongyang, ou mesmo contribuir para uma mudança do regime norte-coreano, salientavam ontem analistas ouvidos pela AFP.
"Os EUA têm duas opções: aceitar uma Coreia do Norte nuclear, ou fazê-la mudar de regime", afirmou Ralph Cossa, do Centro de Estudos Estratégicos Internacionais de Honolulu. Esta última opção não terá de passar necessariamente por uma intervenção militar, diz. As sanções políticas e económicas poderão ser suficientes.
Mas para isso teria de contar com a ajuda de Pequim, o que poderá ser uma missão quase impossível (ver texto nestas páginas). "Isolar ou não o Norte é uma questão que apenas Seul e Pequim podem decidir, não Washington", adiantou Daalder. "[Os EUA] ficaram sem sanções."
O ano passado, Washington impôs sanções financeiras a Pyongyang e tomou medidas contra os bancos que, em Macau, branqueavam dólares falsos produzidos na Coreia do Norte. Um gesto que teve como resposta do regime de Kim o afastamento da mesa das negociações.
Segundo analistas ouvidos pela AFP, nova restrições poderiam incluir a intercepção obrigatória de barcos e aviões suspeitos de transportar armas de destruição maciça.
Joseph Cirincione, do Center for American Progress, duvida da eficácia destas medidas: "As sanções não serão suficientes para obrigar a Coreia do Norte." "Não os podemos obrigar a renunciar [às armas nucleares]. A história demonstra-o. Nenhum país alguma vez renunciou a um programa nuclear ou às armas nucleares pela força, mas muitos fizeram-no por serem convencidos a fazê-lo."
(Fernando Gorjão Henriques)
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um discurso de Abraracourcix às 14:11
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2006

Relatório da CIA - o que já todos sabiam menos Bush

Reprodução na íntegra de uma análise feita na edição de ontem do Público ao relatório da CIA e de outras agências de serviços secretos, o qual diz aquilo que é para todos óbvio - menos para Bush. Pior, diz aquilo que todos sabiam há muito tempo - menos Bush. Pior ainda, diz aquilo que muitos, antes mesmo dos acontecimentos, previram que ia acontecer - muitos, mas não Bush e a sua entourage (alguns deles sabiam-no, mas ou não quiseram ver ou não quiseram falar, para não perder possíveis benefícios futuros...).
Parece mesmo tratar-se - tal como na tese do "choque de civilizações", de que aliás a "guerra ao terrorismo" é instrumental - de mais um caso daquilo a que se chamou self-fulfilling prophecy: ao querer evitar mais terrorismo e insegurança, invade-se, bombardeia-se (nos países errados, já agora), saqueia-se, prende-se, tortura-se, e no fim causa-se mais terrorismo e insegurança do que se nada tivesse sido feito.
Isto é perfeitamente claro para qualquer observador que, em primeiro lugar, seja atento, e que, em segundo lugar, esteja deste lado do Atlântico. Que Bush não o tenha visto só prova, em definitivo, que em primeiro lugar não é - não o pode ser dadas, digamos assim, as suas idiossincrasias intelectuais - um observador atento e que, em segundo lugar, os EUA são um país de História curta que lhes confere uma visão historicamente curta...

O artigo então, para dar mais profundidade a esta minha análise:

"UMA ESTRATÉGIA QUE FALHOU NO COMBATE AO TERRORISMO E ENFRAQUECEU OS EUA

O fracasso da "guerra ao terror" de Bush, assente no uso da força militar, é inseparável
da tentativa de imposição de uma hegemonia indiscutida no Médio Oriente, através da doutrina da "mudança de regime". Hoje, os americanos perderam a iniciativa, enquanto o inimigo Irão surge como o grande beneficiário da sua aventura iraquiana.
Cinco anos depois do lançamento da "guerra ao terror" e, sobretudo, após a invasão do Iraque, o terrorismo parece de boa saúde, os EUA estão atolados em Bagdad, os taliban renascem no Afeganistão, Israel está mais ameaçado, o Irão começou a assumir o papel de potência regional e todo o Ocidente está em risco de ver enfraquecida a sua margem de manobra no mundo e não apenas no Médio Oriente.

1. O relatório das 16 agências de informação traz menos novidade do que parece. A CIA há muito produziu idênticas análises. Em Junho de 2005, constatou que o Iraque se tornara num território de recrutamento e treino para o terrorismo jihadista mais importante que o Afeganistão dos taliban. Antes disso, Samuel Huntington concluíra que "a invasão do Iraque foi vivida pelos muçulmanos como uma guerra contra o islão" e que, nestes termos, "os Estados Unidos vão gerar cada vez mais terroristas". O valor do relatório está na sua "autoridade": os serviços secretos preferem a informação à apologia ideológica.
O texto constata que o jihadismo de influência Al-Qaeda "se desenvolve e adapta aos esforços antiterrorismo" e que os seus grupos aumentam, tanto em termos de número como de dispersão geográfica". "A jihad no Iraque formou uma nova geração de dirigentes e agentes terroristas." É evidente que não foi o Iraque que criou o terrorismo. O que acontece é que a ocupação de Bagdad, em lugar de erradicar o terror, o veio alimentar.
O relatório tem passagens menos negras. "A maior fraqueza dos jihadistas é que o seu objectivo último é impopular para a grande maioria dos muçulmanos." Esse objectivo é criar sociedades fundamentalistas baseadas numa aplicação ultraconservadora da sharia (lei islâmica). O que suscita a interrogação sobre o melhor método de o combater. O modelo europeu terá sido mais eficaz.
O islamólogo francês Gilles Kepel explicou que os movimentos islamistas radicais, do Egipto à Argélia, falharam nos anos 1990 por não conseguirem mobilizar as massas à volta do seu programa. O 11 de Setembro - diz - traduz uma mudança de estratégia por iniciativa da Al-Qaeda, a tentativa de "galvanizar as massas" através de atentados espectaculares, a começar pelo coração da América.
A resposta americana, a "guerra ao terror", privilegiando a acção militar, terá tido "o efeito perverso de mobilizar largas franjas da opinião no mundo árabe e muçulmano contra os EUA, em particular, e o Ocidente em geral". A questão da tortura abalou o que restava do capital moral americano.

2. A "grande estratégia" da Administração Bush, esboçada antes do 11 de Setembro, era ambiciosa e "revolucionária". Aliava duas vertentes. Por um lado, erradicar as causas do terrorismo, o que levará ao projecto do Grande Médio Oriente para democratização e modernização do mundo árabe. Por outro, consolidar a hegemonia americana na região. As duas vertentes eram unidas pela doutrina da "mudança de regime", que tanto ameaçava os aliados sauditas, como os adversários Iraque ou Irão. O acento tónico era posto na força militar, quando ninguém ousava desafiar o poderio americano. Esta mistura vai perder a Administração Bush.
A conquista do Iraque não criou um "modelo virtuoso", tornou-se num desastre de engenharia geopolítica. Quase tudo falhou (para os americanos, não para os iraquianos xiitas e curdos). À desordem, seguiu-se a revolta sunita e a explosão do terrorismo jihadista. Hoje, a questão central é a ameaça de guerra civil. Para se retirarem sem perder a face, os americanos necessitariam de deixar um Iraque estável, já não necessariamente democrático. Uma saída em debandada afundaria a credibilidade da "hiperpotência" por muitos anos e permitiria à Al-Qaeda proclamar vitória.
A guerra no Afeganistão tinha outra lógica e foi apoiada pelos aliados como resposta ao regime que albergava a Al-Qaeda. A progressiva deterioração deve-se em boa medida à obsessão iraquiana de Bush, que depressa esqueceu Cabul. Cinco anos perdidos criaram um terreno de "apodrecimento" e insegurança que os taliban aproveitam para regressar. Antes de militar, o problema é político e económico. Mas, mesmo no plano militar, os EUA não têm já recursos para intervir e a Europa está no limite da sua capacidade. Um fiasco será grave para a NATO.
O evidente e paradoxal vencedor foi o Irão. Os EUA eliminaram os seus dois inimigos: Saddam Hussein e os taliban. O desastre iraquiano permitiu-lhe emergir como potência regional dotada de imenso poder de desestabilização. Acaba de fazer a demonstração no Líbano. Teerão não só resistiu à ameaça americana como surge hoje como uma potência bivalente: capaz de organizar um frente radical antiamericana ou, se os EUA escutarem as suas propostas, ajudarem-nos a sair do Iraque e a estabilizar a região. O seu preço é seguramente alto e o clima não ajuda a um entendimento. No entanto, há dias, Bush disse ao Washington Post coisas insolitamente simpáticas sobre Teerão.
Em suma: para lá do impasse no terrorismo, a estratégia de Bush provocou um desastre político. Os EUA perderam a iniciativa e parecem hoje condenados a reagir aos acontecimentos."
(Por Jorge Almeida Fernandes)
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2004

George "Little" Bush versus John "Big" Kerry

Decorreu ontem à noite (madrugada dentro, hora portuguesa) o primeiro debate entre os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos. Ando preocupado com essa eleição (que alguém já definiu como o combate mundialmente mais importante das últimas décadas), preocupado sobretudo porque John Kerry, a fazer fé nas sondagens, não parece até agora ter estaleca para bater George Bush - o que parece quase impossível a nós europeus.
Aliás, tenho a impressão de que os europeus dão mais atenção a estas eleições que os próprios americanos, tipicamente autistas a tudo o que extravaza o seu pequeno e obeso umbigo. Assim sendo, e ignorando o sono que me assaltava, acompanhei pela TV Cabo o referido debate - honra seja feita à SIC Notícias por o ter transmitido! Apesar de ter acabado por ver na CNN (para não ter as traduções dos comentadores portugueses a "cortar" as afirmações dos dois candidatos), foi por causa de a SIC Notícias o ter anunciado que decidi assistir, qual adepto de uma equipa de futebol, torcendo pela minha equipa preferida (não preciso dizer qual, pois não?).
Alguém leitor deste blog viu também o debate? Gostaria de discutir o resultado - quem acham que saiu vencedor, quem se portou melhor, se consideram que o debate ajudou Kerry a recuperar alguns pontos nas intenções de voto? Pessoalmente - ao contrário do que pensam os comentadores da SIC Notícias - achei que Kerry esteve melhor que Bush, embora a vantagem não tenha sido grande. Acho sobretudo que se mostrou bastante assertivo e conseguiu contrariar a imagem de "troca tintas" que a campanha de Bush quer fazer transparecer. Deixem os vossos comentários!
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um discurso de Abraracourcix às 14:27
link do discurso | comentar - que alegre boa ideia!

Os melhores javalis


O chefe viu:
   "Nightwatchers", Peter Greenaway

  

 

   "The Happening", M. Night Shyamalan

  

 

   "Blade Runner" (final cut), Ridley Scott

  


O chefe está a ler:
   "Entre os Dois Palácios", Naguib Mahfouz

O chefe tem ouvido:
   Clap Your Hands Say Yeah, Some Loud Thunder

   Radiohead, In Rainbows
 

por toutatis! que o céu não nos caia em cima da cabeça...

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